Novos detalhes surgiram sobre os supostos óbitos de 33 mineradores ilegais no estado de Niger, com um sobrevivente alegando que as vítimas sufocaram após serem amontoadas em uma cela mal ventilada e choraram desesperadamente pelo ar antes de morrerem.
Um parente de um dos sobreviventes, que pediu para não ser identificado por motivos de segurança, disse que seu irmão relatou que os suspeitos foram supostamente empurrados para um quarto sem ventilação adequada ou com um ventilador funcional.
De acordo com ele, as vítimas gemeram, choraram pelo ar e bateram repetidamente na instalação, pedindo ajuda, mas seus apelos foram supostamente ignorados pelos oficiais de plantão.
O desenvolvimento seguiu operações de aplicação da lei realizadas pelo Corpo de Segurança e Defesa Civil da Nigéria (NSCDC) em partes do estado de Niger nos dias 15 e 16 de setembro de 2026. Os supostos óbitos ocorreram nas primeiras horas de quinta-feira no M.I. eixo Wushishi/Lukoto de Minna, a capital do estado.
A narrativa aumentou as preocupações sobre as circunstâncias que cercaram os óbitos, com o governo federal já ordenando uma investigação completa sobre o incidente.
O Ministro do Interior, Olubunmi Tunji-Ojo, também ordenou a suspensão imediata do Comandante do Comando NSCDC do estado de Niger, Suberu Siyaka Aniviye, pendente dos resultados da investigação.
O ministro descreveu o incidente como infeliz e disse que a prioridade definitiva do governo permaneceu sendo a proteção das vidas.
Ele pediu aos membros do público para permanecerem calmos e obedientes à lei, assegurando que as circunstâncias que cercaram o incidente seriam submetidas a uma investigação transparente.
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