A colheita de tomate está adiantada no estado de Minas Gerais nesse segundo semestre, fator que amplia a oferta do produto e pressiona os preços. Essa queda representa um alívio para o consumidor, porém, por outro lado, reduz a rentabilidade dos produtores, que continuam enfrentando custos altos para manter a produção. De acordo com o IBGE, Minas Gerais, terceiro maior produtor de tomate do país, colhe mais de 500 mil toneladas por ano. Em regiões produtoras, como o Triângulo Mineiro, o cultivo exige cuidados constantes com irrigação, adubação, controle de pragas e as condições climáticas, fatores que podem impactar de forma direta a produtividade e a rentabilidade financeira no campo. A variação dos preços reflete esse cenário. Dados da Ceasa Minas apontam que o quilo do tomate Santa Cruz caiu de R$ 6,37 em maio para R$ 1,90 em julho, antes de registrar uma leve recuperação em agosto. A expectativa do setor é de alta nos próximos meses, enquanto os produtores buscam equilibrar os custos de produção com as oscilações do mercado.Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!


