A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (17), a Operação Conexão Paralela para combater uma associação criminosa investigada por descaminho de aparelhos eletrônicos. Segundo as investigações, o grupo seria responsável pela entrada clandestina de milhares de dispositivos no Brasil sem o recolhimento dos impostos devidos e pela posterior comercialização dos produtos.Durante a operação, os policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão em endereços localizados no Rio de Janeiro e em Maricá, na região metropolitana. Na capital, as diligências ocorrem em Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Copacabana, Bangu e Guaratiba.A investigação teve início após uma denúncia recebida pelo ComunicaPF, canal utilizado para o recebimento de informações sobre crimes de atribuição da Polícia Federal. A partir das apurações, os agentes identificaram um policial militar como principal operador do esquema. Segundo a PF, ele atuaria em conjunto com outros investigados.As investigações apontam que o grupo teria movimentado aproximadamente R$ 60 milhões nos últimos anos a partir das atividades criminosas. A organização seria especializada na introdução irregular de aparelhos eletrônicos no território nacional, principalmente smartphones, sem o pagamento dos tributos correspondentes.De acordo com a Polícia Federal, dezenas de milhares de dispositivos teriam sido introduzidos clandestinamente no país ao longo dos últimos cinco anos. Os produtos eram posteriormente comercializados, segundo as apurações.Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados durante o avanço das diligências.A operação busca reunir novos elementos sobre a estrutura do grupo, a participação de cada investigado e a movimentação financeira relacionada ao esquema.Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp








